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Globalização (real)

Tudo vai se unir: países, idiomas, empresas, moedas, religiões (cada vez menos influentes) etc.

As empresas serão das pessoas que trabalham nela, e participação de toda a sociedade (o que antes era chamado de “imposto”).

Moedas e religiões, porém, entrarão em processo de extinção.

O Homem tem uma irrisória experiência na Terra (apenas 200 mil anos), não é de admirar que estejam tentando se destruir. Isso é apenas imaturidade e haverá um tempo que a maturidade trará mais consciência.

A regulamentação do design gráfico

Eu gosto muito da idéia da regulamentação por vários motivos, entre eles a eliminação de boa parte dos paraquedistas, que oferecem “A LOGO” por 200 paus ou na prateleira para escolher. Pode parecer bobagem e que não são concorrentes diretos do design de qualidade, mas se trata de um ato irresponsável e infestam e desvalorizam o mercado. Hoje, web designer é quase quitandeiro, tem em todo lugar o cidadão precisa ser apenas um nerd de programação, muitas vezes nem do colegial saiu ainda e já abre uma “firma de design”.
Que fique claro que não acredito que façam por mal de forma alguma, e isso se trata apenas de falta de informação, no caso dos muito jovens.

Existem sites onde o cliente posta um “briefing” e rola uma espécie de leilão de marcas onde vários designers criam uma marca ou outro projeto sem conhecer o cliente, suas metas, sem colher um briefing adequado, e claro somente um designer recebe pelo serviço e o restante um “muito obrigado”.

Existem também os sites de “identidade visual de prateleira”. Você vai lá e fica clicando no que quer até sair sua “identidade visual”, na minha opinião uma tremenda irresponsabilidade com clientes, designers que investem em conhecimento e tecnologia durante anos ou décadas, e com o mercado de uma forma geral.
Isso é muito ruim também para a imagem e auto-estima da nossa atividade.

A regulamentação também promete benefícios a que teríamos direito, parcerias em Educação etc., desenvolvimento e maior aceitação no mercado principalmente médias e pequenas empresas.

Porém, acredito que não basta.
Há muitos médicos, psicólogos e advogados picaretas que colocaram na gaveta seu compromisso com a ética assumido ao receberem o diploma.
É preciso haver um conselho de ética e qualidade muito mais atuante, um selo, uma espécie de “ISO do design” administrado por uma turma muito séria, imparcial e com muito conhecimento técnico, e que esteja direcionada para o nível de qualidade e ética na atividade e nas relações.

Minha preocupação é que, após a regulamentação, uma infinidade de “desainers” irão focar em cumprir exigências e na prática atuar mais ou menos da mesma forma, a essência do exercício de suas atividades não mudará.

Na verdade, em ordem de importância, eu colocaria a criação deste “selo de qualidade”, com um conselho bastante atuante na retaguarda, como prioridade e que poderia estar atrelado ou mesmo dentro da ADG. Acredito que dessa forma se comece a construir um nível de consciência muito maior por parte do indivíduo que ingresse na área, acredito que o resultado é mais sólido do que APENAS a obrigação de cumprir exigências da regulamentação que acredito ser também necessária.

Espero ter colaborado com esta vasta e muito antiga discussão.
Abraços

 

Veja outras interessantes colocações sobre o assunto:
http://paulooliveira.wordpress.com/2013/02/17/mitos-contra-a-regulamentacao/

Cidades descobrem benefícios de viver em ritmo mais lento na Itália

Para ganhar o título do “bem viver”, as cidades precisam cumprir 55 metas. Entre elas, ajudar pequenos investidores a defender produtos locais. A ideia é promover mudanças de mentalidade e estilo de vida da cidade.

Ilze Scamparini
Greve in Chianti, Itália

Os esforços por uma vida melhor e mais saudável poderão ser inúteis, se a cultura da velocidade não for revista. No pensamento moderno, o tempo é uma riqueza que está escasseando, como o petróleo ou a água. E a sensação de falta de tempo é uma doença crônica, sem remédio.

Controlar o tempo, uma ambição humana tão antiga quanto os povos remotos, ganhou na Itália um novo significado. No país, começou uma experiência inovadora, considerada uma das saídas para a salvação do planeta: diminuir o ritmo, ir mais devagar, com calma. A ideia do movimento que está se espalhando pelo mundo, “cidades do bem viver”, é promover mudanças de mentalidade e estilo de vida.

Em Greve in Chianti, na Praça Mateotti, conhecemos o açougueiro Stefano Fallorni, uma figura de prestigio na cidade. Ele nos chama para dar uma volta no seu furgão de 1950. As ideias dele também têm raízes no passado e ele se orgulha disso.

O açougue histórico foi aberto pela sua família em 1700, há oito gerações, na Praça Mateotti. A repórter Ilze Scamparini pergunta como se vive na região, e o açougueiro responde com uma provocação e diz que, se viajar de ferias, a qualidade de vida dele cai. “Vocês são a medida da minha qualidade de vida, que vêm de longe para fazer uma entrevista comigo. Aqui nos ensinaram a viver amando o território, a ficar perto das pessoas que trabalham a terra”, declara Stefano Falorni.

A ideia do movimento das cidades do bem viver nasceu na praça de Greve In Chianti, uma das mais bonitas da Toscana, mais precisamente no prédio da prefeitura. Considerada a capital da região do Chianti Classico, um dos tipos de vinho mais famosos da Itália, a cidade de 12 mil habitantes vem recebendo muitos turistas estrangeiros nas ultimas décadas e cresceu muito economicamente. Ainda assim, conseguiu manter a sua arquitetura e preservar a qualidade de vida dos seus cidadãos.

O ex-prefeito Paolo Saturnini governou a cidade durante três mandatos. Ao invés de construir estradas ou pontes, ele se preocupou com o bem estar das pessoas. Em 1999, criou a rede dos municípios com a mais alta qualidade de vida. “A minha preocupação era a de que esta cidade se descaracterizasse e se transformasse em um lugar apenas turístico, igual a todos os lugares muito visitados no mundo”, afirma.

Para ganhar o título do “bem viver”, as cidades precisam cumprir 55 exigências. Entre elas, ajudar os pequenos investidores a defender os produtos locais. Na Toscana, o bem viver é, antes de tudo, proteger a civilização rural. Rossela Rossi, dona do restaurante da praça, possui grande talento de cozinheira. A sua ribolita, a sopa de pão, é muito renomada. A receita leva cebola, aipo, feijão branco, legumes e pão amanhecido.

Filha do médico da cidade, Rossela cresceu conhecendo as famílias, a história e os antigos costumes locais. “A praça foi uma das primeiras coisas que surgiram aqui, em torno do ano 1000 ou 1100”, aponta a dona do restaurante.

A praça de Greve In Chianti, em forma de triângulo, se prepara para a quadragésima festa do vinho. Na cidade, são feitos negócios importantes. A uva não é só a matéria-prima de uma economia forte, mas aquilo que fez com que a região não perdesse as suas origens agrícolas.

O atual prefeito Alberto Bencistà define como um equilíbrio mágico entre presente, passado e futuro. “Estamos entre duas cidades de arte das mais belas do mundo, Florença e Siena. Mais de 60% do nosso território são bosques, uma reserva de oxigênio extraordinária, mais os vinhedos e oliveiras”, destaca o prefeito de Greve In Chianti.

A alguns quilômetros da cidade, a brasileira Jussara Perez, junto com o marido, se beneficiou das leis de incentivo para cultivar a terra. O casal abandonou a vida em Florença há 11 anos e investiu no agroturismo, um hotel-fazenda com produção agrícola. Tudo é orgânico e ecológico. Até a piscina tem sal no lugar do cloro. Nos casarões de pedra, em estilo toscano, não se pode abrir nem uma nova janela. Leis rigorosas tutelam as construções.

A lentidão é uma regra constante também da família de Jussara. “Comer com consciência do que você está comendo, viver o momento presente. Você está aqui, você curte, respira. Se você está bebendo, beba. Se você está comendo, coma. Se você está caminhando, caminhe. Você tem que ter consciência de cada coisa do que você esta fazendo. Isso é slow, porque é parar”, diz a dona do hotel-fazenda.

Fonte: Globo Reporter – http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2010/12/italia-descobre-os-beneficios-de-viver-em-um-ritmo-mais-lento.html

Marketing web

Internet será o meio preferido para marketing em 2009, diz Ibope

A Internet lidera a preferência para investimento em marketing no próximo ano entre as empresas associadas à Amcham (Câmara Americana de Comércio). Segundo pesquisa Ibope, 56% das empresas preferem a Internet, seguida por e-mail (39%), mídia impressa (24%), mala direta (23%), TV aberta (16%), celular (13%) e rádio (10%). De acordo com a pesquisa, pretendem aumentar a parcela do orçamento destinada às ações de marketing em cerca de 13% em 2009 em relação a este ano. O levantamento mostra que, neste ano, as companhias investiram 7,6% de seus orçamentos em marketing e, para 2009, a projeção é 8,6%. O Ibope também mostrou que as principais preocupações dessas empresas para o ano que vem são relacionadas à desaceleração da economia nacional, carga tributária, recessão mundial e retração na economia americana. A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 20 de outubro envolvendo uma amostra de 211 empresas associadas à Amcham, sendo que a maioria dos entrevistados ocupava cargos de chefia. Fonte: UOL